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langriss said in julho 16th, 2009 at 13:45

eu particularmente acho que isso vai atrapalhar bastante, nivelando por baixo os profissionais e forçando as empresas a pagar um piso salarial só porque o cara é “bacharéu”, além de alimentar a indústra de faculdades de fundo de quintal.

Há quem diga que isso é bom porque ajuda a valorizar o profissional que se forma, que vai trazer melhores condições pra categoria, etc, etc, etc, tudo balela na minha opinião – quem é bom vai ganhar mais e quem é orelha vai ganhar pouco, ponto. Meter regulamentação no meio só vai gerar ruído nesse processo.

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Fabio said in julho 16th, 2009 at 14:24

@langriss

E não é melhor quem é bom ganhar mais e quem é orelha ganhar pouco?

Hoje o mercado está cheio de orelhas ganhando bem, fazendo muitas besteiras e tirando a vaga de gente boa que deveria estar ganhando o que ele ganha.

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Rafael Reuber said in julho 16th, 2009 at 14:40

Vai depender do piso estabelecido. Só uma pergunta, o que é orelha?

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langriss said in julho 16th, 2009 at 14:40

@Fabio
Acho que eu não me expressei bem – eu sou totalmente a favor de quem é bom ganhar mais e quem é orelha ganhar pouco :) O que eu quis dizer é que com essa regulamentação nada muda muito na prática, tirando a consequência negativa dos orelhas terem que ganhar mais por força da lei. Regulamentar é necessário em algumas profissões (médicos, engenheiros, enfermeiros, etc) em que se lida com vidas humanas e o controle tem que ser bem grande mesmo, mas isso não faz sentido algum com a moçada da computação.

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langriss said in julho 16th, 2009 at 14:42

Pensando bem, aliás, isso pode ter até um efeito negativo pros próprios orelhas – algumas empresas podem preferir pagar um salário alto pra um profissional de ponta ao invés do salário-base pra um medíocre, que não faria metade do serviço direito. Mas ainda assim eu sou contra :P

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langriss said in julho 16th, 2009 at 14:45

@Rafael Reuber
orelha: aquele cara que viu um monte de frameworks caprichados e buzzwords bonitas na faculdade/curso técnico mas que mal sabe fazer uma busca binária em C :P

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Paulo Calegari said in julho 16th, 2009 at 18:01

Se fossemos olhar pelo lado capitalista do negócio, diriamos que este é um projeto muito ruim, visto que ele faz com que pessoas que “naum tem” o conhecimento científico (bacharelado), mas que sabe muito do negócio, naum poderá exercer a profissão, porém, contudo e entretanto, olhando do lado profissional, porque um advogado precisa ter a OAB para exercer a função e nós naum?!?!?!?! Daí surge a principal questão, nós profissionais de TI queremos ser iguais aos advogados e médicos ou queremos fazer parte de uma era profissal, livre, onde, para se destacar é preciso bem mais que um diploma e um papel que regulamenta o exercício da profissão???

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Augusto Paulo said in julho 16th, 2009 at 18:48

Bem, se esse Conselho federal e Regional for como um CONFEA ou um CREA da vida (engenharia/arquitetura) vai mais atrapalhar a vida que ajudar. Mais burocracia, mensalidades a pagar etc.. mas na hora de ajudar o profissional que é bom…

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Luiz Souza said in julho 16th, 2009 at 20:12

Pois é, concordo tanto com Langriss quanto com o Augusto Paulo. Na prática, quem trabalha bem e é bom profissional ganha bem, quem é medíocre ou se “prostitui” para “captar” “clientes” (eu diria que clientes que não querem pagar o valor de mercado são, na realidade, “bombas”) vai ganhar medíocremente. Esse projeto vai nivelar “por cima” os medíocres, que terão que ganhar, no mínimo, o salário-base da categoria. Vai criar uma reserva de mercado, excluindo muitos profissionais bons de outras áreas, como engenharia e administração, por exemplo, ou até “Bill Gates” e “Steve Jobs” e outros “gênios” autodidatas. Abre caminho para faculdades “caça-níqueis” de 2 anos que formam “analistas”. Fora que é mais uma taxa que teremos que pagar (mais uma sanguessuga tirando nossa renda) para exercer a profissão. Além de criar a chamada “indústria da RT”. E na hora de defender o profissional… (perguntem a quem paga o CONFEA, CONFEF, CFB, COFECI, CFESS, CFFa, COFEN, COFECON entre inúmeros outros, e seus respectivos regionais)

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emerson said in julho 16th, 2009 at 20:16

Vamos lá…Se o sujeito é “orelha”, dificilmente o mercado permitirá que ele ocupe a vaga de quem não o é. Acontece que, pelo conceito de “não-orelha” do nosso amigo, o sujeito deve, no mínimo, conseguir realizar uma busca binária em C. Aqui onde trabalho, eu (gerente de projetos) e o diretor de TI não sabemos realizar a tal busca, porém somos capazes de avaliar as melhores soluções (frameworks e “buzzwords”)para a empresa, não desmerecendo, é claro, os “escovadores de bits”, ou ainda, os “não-orelhas”, no conceito do nosso amigo. Fato é que a regulamentação do exercício de nossa atividade, irá, inclusive, nortear, dentre outras inúmeras coisas, as atividades inerentes ao cargo, seja ele executado por “orelha” ou “não-orelhas”.

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Marcos said in julho 16th, 2009 at 21:03

Para mim vai virar bagunça. Não vejo isso com bons olhos. O mercado tem que saber escolher quem é “orelha” e quem não é. Informatica não é que nem o governo onde se esconde incompetência. Ela aparece imediatamente devido a demanda absurda de resultado. Eu li que a lei regulariza o tempo de trabalho tambem. Isso vai obrigar a contratação dos “orelhas” para continuar dentro da lei quanto a questão das horas extras. Alias horas extras existe em qualquer profissão, mas na maioria delas vira banco de horas. No ramo de informatica isso não é muito comum, se paga quase sempre em dinheiro, mas se tornando lei… Todas as empresas vão querer fazer banco de horas ou contratar orelhas (as consultorias vão fazer o que for mais barato). Eu acho ruim, não vejo como regulamentar uma profissão onde a maioria das pessoas competentes são alto ditadas. E as faculdade não ensinam nem 1/5 do que se precisa saber para trabalhar na área hoje em dia (principalente desenvolvimento). E os cursos listados na regulamentação deixaram de refletir a necessidade do mercado faz muito tempo.
Como disseram vão nivelar o mercado para os “orelhas”.

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Silvio Batista said in julho 16th, 2009 at 22:31

Bem no meu ponto de vista, acredito que a regulementação pesa mais a favor que contra. Devemos considerar que isso faz com que a profissão exista de fato. Assim como aconteceu com o profissional de contabilidade, essa regulamentação trará um pouco mais de responssabilidade a todos, e talvez elimine das vagas de emprego os maus profissionais…

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José Queiroz said in julho 16th, 2009 at 22:55

O mercado está cheio de bons profissionais sem formação, e “orelhas” com diploma de universidade e pós-graduação.

Conselho Regional/Federal de Informática??? Pra quê??? Pra gente ter de pagar mais um imposto??? Pq é isso que são, na prática, as taxas cobradas por esses conselhos.

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Milton said in julho 17th, 2009 at 10:37

Já passou da hora da profissão ser regulamentada e acabar um pouco com essa bagunça de que todo mundo pode ser analista de sistemas, técnico em programação, etc. Só que infelizmente acho que mesmo passando na CCJ isso não vai para frente. Eu particularmente acho que isso, infelizmente, nunca vai seguir adiante.

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And said in julho 17th, 2009 at 11:56

É preciso entender a questão da dignidade da profissão. Essa área ainda é boa, mas até quando?
A regulamentação é mais que necessária para manter o equilibrio entre o profissional e as empresas.
Com tanta faculdade vendendo diploma o nível dos profissionais está caindo e consequentemente os salários.
Com a regulamentação as faculdades serão fiscalizadas. Com a criação do conselho (se for um conselho sério) o nível deve se manter.
Querem exemplo?
Vejam uma área saturada: Direito.
As faculdades vomitam bachareis, mas quantos conseguem a OAB?
Ou seja, por mais advogados que existam, a área não está protituida por que é regulamentada.

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Fabio said in julho 17th, 2009 at 12:15

@langriss
Agora eu entendi o seu ponto de vista!

Em relação a fazer sentido acho que faz, hoje em dia tem muita gente que vê alguns tutoriais na internet e acha que vai programar… e cai no caso que eu falei na minha primeira mensagem.

Você já viu algum médico que não fez faculdade / residência? Tudo bem ele meche com vidas, mas existem muitos sistemas que envolvem transações financeiras, aplicações de risco (pense por exemplo no software que roda no robô da vinci [http://pt.wikipedia.org/wiki/Da_Vinci_(Rob%C3%B4)] que faz operações), etc; será que não é o mesmo caso?

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langriss said in julho 17th, 2009 at 12:34

@Fabio
Cara, eu ainda acho que existem outros meios para garantir a qualidade necessária para estas aplicações que não sejam por força de regulamentação – se uma empresa/institução não faz os seus sistemas de maneira correta e com todos os testes necessários, não é uma lei que vai mudar isso, é tudo uma questão de cultura organizacional. Para refletir, será que os caras que fazem softwares pra plataforma de lançamento de foguetes (http://www.fastcompany.com/node/28121/print) podem se dar ao luxo de cometer erros?

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langriss said in julho 17th, 2009 at 12:48

@And
Se hoje as faculdades já vendem diplomas hoje, imagina quando os caras tiverem um piso salarial garantido? Vai ter 10x mais faculdades do que hoje. Se os salários estão diminuindo, problema dos profissionais ruins, os caras bons conseguem uma boa grana – concordo com o Marcos, o mercado é que é responsável por selecionar os melhores. Falar de dignidade da profissão, de regulamentação das atividades e etc., pra mim é apenas falar de reserva de mercado com outras palavras. No dia que me negarem um emprego com base em alguma regra arbitrária de algum Conselho ou algo parecido, largo a Computação e viro escritor (já que, ao menos até hoje, não é preciso ser formado em Letras pra poder escrever livros).

P.S.: vi que a minha definição de “orelha” causou repercussão por aqui. Apenas pra esclarecer, não tive a intenção de ofender/desmerecer ninguém, a coisa de “busca binária em C” foi apenas uma espécie de piada interna e não deve ser levada a sério. No entanto, depois de passar por diversas empresas e ter sido eu mesmo um “orelha” por bastante tempo, sei bem como identificar esses tipos quando eu vejo um.

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ACVN said in julho 17th, 2009 at 16:56

Como diz o “langriss”:
“mas isso não faz sentido algum com a moçada da computação.”

É desse jeito aí que muitos, muitos mesmo, “tratam” os PROFISSIONAIS DE INFORMATICA, “moçada da computação”, “os meninos da informática”, “faz isso aqui, é rapidinho, é besteirinha…”

Se for pra pagar conselho, QUE PAGUE!
As profissoes “respeitadas” no mercado hoje, TODAS TEM SEU CONSELHO!

É querer desviar a função de um conselho, se vai ser manipulado, mal estruturado e “mal usado”, É UMA COISA BEM DIFERENTE, pq assim esta se distorcendo o seu real papel!

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ACVN said in julho 17th, 2009 at 17:04

Outra conversa fiada essa de que agora vai encher mais ainda de faculdade pilantras!

Se encher a culpa nao é do conselho!

A culpa é do governo que deixa essa zona no país! 90% dos donos de faculdade sao políticos ou sao de testas de ferro de politicos!

“É querer culpar a bala ao invés de quem atirou”

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Leonardo said in julho 17th, 2009 at 17:40

Os conselhos não foram para defender os profissionais (para isso temos os sindicatos) eles foram criados para que a sociedade possa ter os melhores profissionais possíveis.
Quem seleciona é o mercado. Se hoje uma empresa contratar um pofissional de TI e ele fizer uma “cagada” o que acontece? No máximo responde civilmente(com multa). Daí ele pode fazer “cagadas” o quanto quizer que chegará um ponto onde ele não terá mais como pagar as multas mas ainda sim poderá dizer que é profissional de TI. com o conselho não! se houver uma denuncia ao conselho este deverá investigar e punir com a caçassão do registro.

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Maurício Viana said in julho 17th, 2009 at 18:39

O bom é que muitos que prostituem o mercado desvolorizando nossa área, terão que entrar na linha.

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Luiz Souza said in julho 17th, 2009 at 18:58

Um exemplo de auto-didata na área de medicina: http://pt.wikipedia.org/wiki/Akrit_Jaswal

Acredito que os conselhos, mais “engessam” o mercado do que filtram bons profissionais. Com esse de informática acontece o mesmo.
Quem nunca contratou um pedreiro ou mestre de obras (empreiteiro) para fazer uma “reforminha” na sua casa, ao invés de contratar um ARQUITETO?
Já cansei de ver muita peça processual ser elaborada por um técnico de nível médio ou estagiário e ser assinada por um “figurão” formado em direito, em lugares que já trabalhei.
Conheço vários engenheiros que já receberam propostas para “apenas assinar uma ART”, para “liberar a obra”.
E coisas assim vão se repetir, bons profissionais tendo que se esconder atrás de “orelhas” que apenas tiveram dinheiro e tempo para cursar uma faculdade.
Para quem não sabe, o valor médio dos bachalerados da área de informática, pelo menos aqui no RS está em torno de R$ 1000,00.
Ou o cara paga ou se sujeita aos horários de faculdades públicas, cujas aulas são de manhã E à tarde, nisso cabe a pergunta: como o cara vai trabalhar estudando o dia inteiro???
Acredito que cada vez mais há um engessamento do empreendedorismo nesse país, daqui a pouco para abrir um boteco vão exigir diploma de “chef”, “nutrição” ou “engenharia de alimentos”. Pois quem trabalha com alimento também tem uma responsabilidade muito grande. Já pensou se usa um ingrediente estragado e acaba “matando” o cliente? É até as coisas mais simples podem envolver a vida humana, não apenas quem fabrica “lançadores de foguetes” ou ou alguma outra coisa “importante”.

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Girão said in julho 18th, 2009 at 01:13

Senhores:

A discussão é muitíssimo interessante.

Sou profissional da área há 26 anos. Fiz curso Técnico em Processamento de Dados com a promessa de que, na ápoca, teríamos nossa profissão regulamentada. Estávamos, então, no ano de 1983. Microcomputadores eram TK-82C, CP-200/300/500, etc…. Portanto, promessa de longa data.

Orelhas secas? Temos tantos, proporcionalmente, quanto tínhamos na época. Tanto quanto existiram os dentistas chamados de “práticos”.

Diplomas à venda? Nossa! É tão histórico quanto a regulamentação de uma série de profissões. Tem diploma até de doutorado, se você tiver dinheiro para pagar e conhecimento para provar, na prática, que sabe o que fala e o que um pedaço de papel diz.

Prestem atenção numa coisa: naquele época, um monte de profissionais das áreas de engenharia, administração, medicina, arquitetura, dentre outras tantas, migraram para a área de sistemas porquê encantava a todos. Era algo novo e promissor, como ainda o é, além do fato de ser oportunidade de trabalho para muitos que não o tinham.

Hoje, qualquer criança programa em PHP, C, Delphi e outras centenas de linguagens. Na minha época se programava em ASSEMBLY, BASIC, COBOL, FORTRAN, PL/1, DBASE, etc.

No entanto, não temos normas, regras e nem padronização de conduta daqueles que se dispõem a trabalhar nesta área. Qualquer “orelhada” não tem reflexos profissionais éticos e morais.

Não se atenham somente em valores, pisos e benefícios. A tendência inevitável é a digitalização do mundo, que requererá profissionais e códigos de conduta que preservem os pilares da área de TI. Lembrem-se que o mundo concreto tem se cercado de regras para preservar o digital: COBIT, ISO, NBR, etc….

Da infraestrutura até no desenvolvimento de aplicações e na preservação dos dados temos normas que são publicadas e revistas a cada tempo.

Hoje, se procura o “profissional” mais barato, não o mais competente. Esta briga tem que se dar no “rigue”.

Portanto, sou a favor, sim, da regulamentação da profissão, mas sob os cuidados de um Conselho Federal próprio e não como alguns querem, tais quais os Conselhos de Engenharia, Arquitetura e Administração, ávidos pelas contribuições de alguns milhares.

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Gil Junior said in julho 20th, 2009 at 20:05

Concerteza a favor da Regulamentação
Concerteza a favor da Regulamentação
Concerteza a favor da Regulamentação

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TO FORA DE EMRESA PRIVADA said in julho 21st, 2009 at 11:28

DEMORO !!!! JA DEVIA TER REGULAMENTADO ISSO A MUITOS ANOS !!! PQ 4 ANOS DE FACULD NINGUEM MEREÇE , ENQUANTO UM FDP DE FUNDO DE QUINTAL QUE NUNCA ESTUDOU PEGA SEU LUGAR NA EMPRESA E OUTRO LADO BOM ESSES EMPRESSARIOS VAI TER QUE PAGAR O QUE É JUSTO UM SALÁRIO DIGNO !!! É UMA PALHAÇADA SER ANALISTA DE INF. VC RALA RALA E ESSES EMPRESÁRIOS QUEREM PAGAR UMA MISERIA DE SALÁRIO E VC AINDA PRECISA DOMINAR 12 LINGUAS E FALAR 3 IDIOMAS E QUEREM PAGAR ESSA MISERIA .. POR ISSO MEU AMIGO PREFIRO OCNCURSO PUBLICO VC NÃO PRECISA FALAR 3 LINGUAS NEM DOMINAR 12 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO E GANHA MUITA GRANA . ADEUS SER. PRIVADA É FRIA É LIXO !!

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langriss said in julho 21st, 2009 at 17:26

@TO FORA DE EMRESA PRIVADA
Faculdade não é atestado de competência (os avaliadores do exame da OAB que o digam). Se o “FDP DE FUNDO DE QUINTAL QUE NUNCA ESTUDOU” pegou o seu lugar, tenho certeza que o problema não está nele (porque se estivesse ele ainda estaria procurando emprego).

Bem vindo ao mundo real, camarada. Só quem se dá bem são os que são qualificados, tendo formação superior ou não.

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Wilson Ajax said in julho 23rd, 2009 at 02:47

Sou a favor da regulamentação, mas contra a ‘reserva de mercado’.

Primeiro as confissões: não li o projeto de Lei (vou comentar apenas a idéia em si) e não li todos os comentários… Estou respondendo à primeira chamada.

Sou formado (UNESP-Bauru/2004), mas não pratico (pratico mesmo é administração, que tem conselho mas não sei bem para que serve…).

A regulamentação pode ser útil, se for bem feita. Organiza a carreira, define os campos de atuação, orienta os cursos de formação e de especialização. Cria um diferencial para o mercado (profissionais reconhecidos e não reconhecidos).

Tem o lado ruim – vamos ‘morrer’ numa anuidade (do Conselho) e, eventualemente, noutra (do Sindicato – são coisas diferentes, embora eu suspeite que o dinheiro acabe no mesmo lugar).

Sou contrário à criação de uma ‘reserva de mercado’ por princípio – se uma pessoa formada não tiver um diferencial em relação à pessoa não formada, então eu questiono a formação feita. De qualquer forma, fica para o mercado decidir se vai exigir alguém mais qualificado ou mais barato.

Em algum ponto exemplificaram com a opção mestre de obras x arquiteto – o dono da obra escolhe… Mas vejam que a diferença do resultado final é inegável. Aliás, quem conhece consegue identificar uma casa feita por engenheiro de uma casa feita por arquiteto (e ambos têm CREA…).

E, por fim, como o Conselho vai filtrar os bons e os maus profissionais? Teremos prova para registro? Teremos uma ‘lista negra’ de maus profissionais no caso de prestação inadequada do serviço (falta de documentação, de suporte, ou desempenho da solução oferecida)? O conselho vai ter poder para influenciar a abertura de novos cursos na carreira?

Tem muita questão aberta. Mas regulamentar é bom, se for bem feito é melhor ainda!

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