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Rsync 3.2.4 lançado com uma nova forma de proteção arg, e mais

E foi lançado o Rsync 3.2.4 com uma nova forma de proteção arg, e mais. Confira as novidades e veja com instalar no Linux.

Rsync é um utilitário de sincronização e backup de arquivos que oferece transmissão eficiente de dados incrementais, que também funciona com dados compactados e criptografados.

Utilizando uma técnica de codificação delta, permite que arquivos e diretórios sejam sincronizados entre duas máquinas em uma rede ou entre dois locais na mesma máquina, minimizando o volume de dados transferidos.

Uma característica importante do Rsync não encontrada na maioria dos programas ou protocolos é que a cópia ocorre com apenas uma transmissão em cada direção. O Rsync pode copiar ou exibir diretórios contidos e copiar arquivos, opcionalmente usando compactação e recursão.

Atuando como um daemon de servidor, o Rsync escuta por padrão na porta TCP 873, servindo arquivos no protocolo Rsync nativo ou por meio de um terminal remoto, como RSH ou SSH. No último caso, o executável do cliente Rsync deve ser instalado no host local e remoto.

Agora, após um ano e meio de desenvolvimento, foi lançada a nova versão do Rsync 3.2.4, uma versão na qual foram feitas uma série de melhorias e correções de bugs.

Novidades do Rsync 3.2.4

Rsync 3.2.4 lançado com uma nova forma de proteção arg, e mais
Rsync 3.2.4 lançado com uma nova forma de proteção arg, e mais

Nesta nova versão do Rsync 3.2.4, foi proposto um novo método de proteção de argumento de linha de comando que se assemelha à opção “–rotect-args” (“-s”) disponível anteriormente, mas não interrompe o script rrsync (rsync restrito).

A proteção é reduzida a caracteres especiais de escape, incluindo espaços, ao passar solicitações para um shell externo.

O novo método não escapa caracteres especiais dentro de um bloco entre aspas, permitindo que um nome de arquivo seja citado sem mais escapes, por exemplo, “rsync -aiv host: ‘a simple file.pdf’ agora é permitido”.

Para retornar o comportamento antigo, propõe-se a opção “–old-args” e a variável de ambiente “RSYNC_OLD_ARGS=1”.

Outra mudança que se destaca nesta nova versão é a capacidade de atualizar os atributos xattrs para arquivos em modo somente leitura se o usuário tiver permissão para alterar direitos de acesso (por exemplo, ao executar como root).

Adicionado e habilitado pelo parâmetro padrão “–info=NONREG” para exibir avisos sobre a transferência de arquivos especiais.

O script atomic-rsync foi reescrito em Python e estendido com a capacidade de ignorar códigos de retorno diferentes de zero.

O padrão é ignorar o código 24, que é retornado quando os arquivos desaparecem durante a execução do rsync (por exemplo, o código 24 é retornado para arquivos temporários que estavam presentes no momento da indexação inicial, mas foram removidos no momento da indexação inicial da migração).

Resolvido um problema de longa data com o tratamento de caracteres de ponto decimal com base na localidade atual. Para scripts projetados para processar apenas o caractere “.” em números, em caso de violação de compatibilidade, você pode definir a configuração regional “C”.

Além disso, uma vulnerabilidade (CVE-2018-25032) no código incluído da biblioteca zlib que causa um estouro de buffer ao tentar compactar uma sequência de caracteres especialmente preparada também foi corrigida.

Das outras mudanças presentes no Rsync 3.2.4, destacam destacam-se os seguintes itens:

  • Implementou a opção “–fsync” para chamar a função fsync() em cada operação de arquivo para liberar o cache de disco.
  • O script rsync-ssl usa a opção “-verify_hostname” ao acessar o openssl.
  • Adicionada a opção “–copy-devices” para copiar os arquivos do dispositivo como arquivos normais.
  • Consumo de memória reduzido ao transferir incrementalmente um grande número de diretórios pequenos.
  • Na plataforma macOS, a opção “–atimes” está habilitada.
  • O script rrsync (rsync restrito) foi reescrito em Python.
  • Adicionadas novas opções “-munge”, “-no-lock” e “-no-del”.
  • As opções de bloco “–copy-links” (-L), “–copy-dirlinks” (-k) e “–keep-dirlinks” (-K) são habilitadas por padrão para que os ataques que manipulem links simbólicos para diretórios sejam mais difícil.
  • O script munge-symlinks foi reescrito em Python.

Para saber mais sobre essa versão do Rsync, acesse a nota de lançamento.

Como instalar ou atualizar o Rsync

Para instalar a versão mais recente do Rsync nas principais distribuições Linux, use esse tutorial:
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Sobre o Edivaldo Brito

Edivaldo Brito é analista de sistemas, gestor de TI, blogueiro e também um grande fã de sistemas operacionais, banco de dados, software livre, redes, programação, dispositivos móveis e tudo mais que envolve tecnologia.

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